Ontem tive uma conversa muito boa com a Rô sobre qualidade e administração no estilo japonês, na volta para casa, depois de pegarmos as crianças na escola de música.
O papo surgiu quando ela comentou sobre uma reportagem que fala do crescimento da Toyota no mercado mundial, quando as outras montadoras estão em crise, quase fechando as portas, como é o caso da GM.
Falamos sobre o estilo japonês de planejar antes de fazer, de buscar a melhoria contínua durante todo o ciclo de vida do produto, e coisas assim.
Com isso concluí o óbvio: se eu não administrar minhas atividades, continuarei a ser quebrador de pedras.
Seguindo a base da administração japonesa, preciso implementar algumas diretrizes que não posso esquecer ao executar qualquer trabalho:
- Prazo
- Qualidade
- Custo
Se a empresa não diz o que espera de mim, eu tenho que estabelecer minhas próprias metas e perseguí-las.
O que estou falando é de montar um planejamento pessoal de atividades, para tentar cumprir o lema que estabeleci para mim mesmo:
HANDS FREE (SEM AS MÃOS ou COM AS MÃOS LIVRES)
E o que isso significa? Que tudo o que eu fizer, precisa continuar funcionando depois que eu não estiver mais na atividade.
Se eu trabalho com informática, preciso implementar controles automatizados para tudo o que faço, dentro do possível, é claro.